sábado, 9 de novembro de 2013

O Bordel das Parafilias

Leonel havia ouvido rumores, sobre um bordel clandestino no centro da cidade. Diziam que no lugar aconteciam todos os tipos de perversões, desde de Sadomasoquismo até Zoofilia, Coprofagia, Canibalismo e até mesmo Necrofilia. Claro que o custo variava de acordo com a perversão desejada.
Leonel sempre havia sido um pedófilo em segredo. Sempre passeava próximo as escolas primárias; observando com lasciva as pequenas meninas em seus uniformes escolares, imaginando seus corpos pouco desenvolvidos sob ele. Desejava tanto possui-las e depois mata-las com golpes...Mas claro que aquilo era ilegal.
A Deep Web era um paraíso para ele, milhares de fotos de meninas nuas realizando atos sexuais, algumas também sendo maltratadas. Todas elas classificadas por idade. Suas favoritas eram as de sete anos, pois acreditava que nesta idade, deixavam de ser bebês para ter um pouco de feminilidade.

Assim passava suas tardes solitárias, masturbando-se com aquelas pequenas sem nome, desejando realizar suas fantasias; mas controlando-se pois sabia que acabaria na prisão. Por isso quando escutou sobre aquele bordel, seus olhos se iluminaram. Se salvaria desse cansaço! Não importava qual fosse o preço, ele possuiria uma dessas lolitas.
Quando havia juntando uma considerável quantia de dinheiro, foi até o endereço que foi indicado. Era um velho edifício que parecia abandonado. Na entrada estava uma velha pedindo esmola, com uma criança de quatro anos, suja e maltrapilha. "Espero que essa não seja a classe das meninas que tem aí dentro", pensou ele. Ela disse que era para ele entrar e perguntar por "Liss":
- Eu posso te dizer aonde encontra-la... Mas está seguro que quer vê-la?
Leonel respondeu que sim e deu uns trocados para a velha. Ela então mostrou uma porta no interior do edifício, ele percebeu um aroma estranho, que lembrou uma vez em que havia visitado uma mina; mas ignorou e seguiu caminhando até a porta. Atrás daquela porta havia uma escada descendo, da onde vinham música e luzes dançantes. Parecia que estava no lugar certo.
No final da escadaria, estava acontecendo uma grande orgia, era mais ou menos 20 pessoas tendo sexo simultaneamente. Todos possuíam corpos bonitos e tentadores. Observava principalmente as mulheres, que tinham a pele, que pareciam ter sido pinceladas pelo próprio Michelangelo; de grandes cabeleiras ruivas, castanhas e loiras, magras e com curvas. E todas elas eram de beleza excepcional. Dentro de toda aquela orgia havia apenas uma menina, e isso o decepcionou um pouco.
- Quer se juntar a eles? - Perguntou um mulher, com um farto cabelo castanho e roupa formal, porém bastante provocativa. Leonel recusou a oferta e averiguou que aquela mulher era Liss. Ele disse para ela o que desejava e ela pediu que ele a seguisse até a sua oficina. Ali ela buscou entre uma ampla biblioteca e entregou para ele um livro grosso de capa azul:
- Este é o nosso catálogo de meninas entre 6 e 9 anos. Estão ordenadas por data de nascimento. Me avise quando encontrar alguma de seu agrado.
Leonel passou aquelas fotos, tinham vária fotografias de corpo completo e debaixo delas seu nome alguns dados: "ela gosta de morder, boa para trabalhos manuais, muda, sem dentes...". Nenhuma chamava completamente a sua atenção, até que viu uma fotografia que se ressaltava entre as demais, uma linda loira dos olhos cor de mel. "Halley R., recém chegada, tímida, sem usar". Roçou o dedo indicador na fotos e sentiu que aquela era a certa. Então avisou Liss que a queria:
- Perfeito. E ela será descartada?
- Desculpe - me?
- Me refiro para que não tenhamos que nos preocupar depois. Pensa em mata-la ou come-la?
- Ah...Claro...Será descartada.
- E nesse caso deseja alguma ferramenta no quarto?
- Sim, ficaria ótimo.
- Você deseja algum cenário em especial? Um confessionário, um manicômio, uma sala de aula...
- Uma sala de aula! - Disse imediatamente
- Então suponho que a menina tem que estar vestida de colegial.
- Sim, seria perfeito.
- É demasiado previsível, mas tudo bem. O quarto estará pronto em uma hora, enquanto isso você pode participar das orgias que estão acontecendo.
Leonel voltou a contemplar o emaranhado de corpos. Eram diferentes os participantes, mas tão belos quanto os primeiros. Sentou em uma cadeira e ficou observando as atividades. Supos que cobrariam, se ele participasse, então se conteve. Ele não havia perguntado o preço, mas não se preocupou; tinha dinheiro suficiente para pagar uma casa.

Uma linda jovem nua se aproximou. Ela tinha uma bandeja, com alguns Sushis e algumas taças de algo que parecia vinho:
- São...humanos? - Perguntou com medo que a jovem risse dele.
- Só a metade da direita, temos alguns clientes atarantados!
- E são o quê realmente?
- Os Califórnias tem mamilos, os Filadélfia tem vaginas e os Tampico, coração. Para beber temos sangue A+, O+ e vinho espumoso. Deseja alguma coisa?
Leonel pediu um pouco de tudo e perguntou se a mulher participasse da orgia, teria algum preço adicional:
- Ah, não se preocupe, já demasiado cobrar pela sua orgia, como para cobrar extras.
- E se eu não consigo pagar?
- Aqui sempre se cumpre os pagamentos. Disse ela contendo um sorriso perverso.
Ele mordiscou um Sushi de mamilo e brincou com ele com a língua, isso o excitou bastante. Olhou a massa de corpos na sua frente. Uma mulher loira, com um piercing na língua, fazia cunilíngua em uma mulher tatuada. Ela o olhava o incitando; ele não pode mais se conter, tirou as calças e foi até a mulher loira e a penetrou. Um outro homem se aproximou e mordeu a garota tatuada, em seu rosto e corpo. Leonel só se deu conta quando ouviu os gritos ser salpicado com um líquido quente Aproveitou um pouco com a loira, e deixou que os outros continuassem a orgia, só que agora com um cadáver entre eles,
Dali uns 15 minutos Liss apareceu:
- Seu quarto está pronto, é número 302. - Disse ela entregando-lhe uma chave.
- Desculpe, em momento algum falamos de quanto irá custar isso.
- Trataremos disso depois, por enquanto aproveite sua experiência.
Pegou o elevador e chegou ao quarto piso, o lugar não era diferente de um hotel convencional. Procurou o quarto 302 e abriu a porta nervoso. O quarto é uma réplica exata de uma sala de aula. Estava lá a lousa, a mesa do professor, e umas dez cadeiras ordenadas. E na primeira fila, estava seu anjo uniformizado...Halley. Era muito mais bela pessoalmente, e sua pele parecia ser feita de porcelana.
Trancou porta e se aproximou dela. Era tão perfeita e era sua, não podia esperar, seu pênis havia agido só em ver ela. Começou a beijar a inexperiente menina, que apenas se movia enquanto ele enfiava a língua em sua garganta; sua mão deslizava pelo seu corpo delgado e rapidamente tirou sua roupa.
Colocou a menina no chão e abriu suas pernas, comprovando que era virgem, observando seu corpo imaculado; beijou e lambeu todo seu corpo. Olhou o rosto da menina e percebeu que a menina apertava os olhos para não vê-lo. Ele agarrou sua cabeça e ordenou que ela olhasse para ele. Ela obedeceu e ele a desvirginou bruscamente. Sua expressão valia qualquer preço! QUALQUER! A menina começou a chorar e as lágrimas começaram a escorrer de suas bochechas. Leonel se excitava cada vez mais, começou a esbofetear o rosto da menina até que seu rosto se tornou vermelho. Ele pegou um martelo, e começou a golpear seu rosto, enquanto ainda penetrava a menina; cada vez mais rápido. Logo, a única coisa que restou foi o crânio desfeito da menina. Depois disso, poderiam cobrar o que quisessem, poderia dar sua casa, seu carro, poderiam levar até sua mãe que não se importaria.
Saiu do quarto banhado de sangue com um enorme gosto de satisfação. Encontrou novamente com Liss:
- Vejo que foi feito como combinado.
- Estou pronto para pagar, valeu muito a pena.
- Me alegra muito ouvir isso, mas o preço é um pouco mais elevado do que pensa.
- Estou preparado para isso, quanto vai ser? 20.000, 30.000?
- Será um preço equivalente a seu prazer. - Disse ela conduzindo ele para uma habitação sem número.
Lá colocaram algemas em suas mãos, em correntes que caiam do teto. Acorrentaram suas pernas. Leonel pensou que um negro de dois metros de altura, iria violenta-lo; algo assim até valeria a pena.
Mas o que aconteceu foi, que entraram 6 meninas loiras e nenhuma delas era maior de 8 anos. Pensou que estava em uma paraíso, até que as meninas, se aproximaram; e começaram a morder ferozmente e arrancar a pele de seus braços, abdomêm e pernas. Nunca tinha sentido tal dor, o corpo ardia terrivelmente e não parava de sangrar.
- Eu pago o preço! Quanto é? Me deixe sair! - gritava histericamente.
Tentando se libertar, quando apareceu outra menina. Ela se parecia muito com Halley... Mas não podia ser, Halley estava morta. Ela apertou um botão, e ele ouviu um barulho similar a uma broca, que vinha debaixo de suas pernas. Foi chegando cada vez mais perto, até que percebeu que a broca estava empalando ele:
- Eu entendi! Não vou chegar mais perto das meninas! Por favor me tire daqui!
A menina somente sorria maliciosamente, sem deixar de pressionar o botão.
A broca seguia avançando pelos órgãos de Leonel, causando uma terrível dor. Começou a sangrar pela boca e ter convulsões. A dor era insuportável e desejava apenas morrer. A dor que sentia ele nunca havia imaginado, ou sentido. Logo a broca parou, e na sua ponta estavam os restos de intestino desfeito. Só então ele caiu inconsciente...

No dia seguinte Leonel acordou assustado em seu quarto, com uma dor insuportável no abdomên..."Tudo foi um sonho, um sonho horrível...". Até que sentiu algo úmido e seu cobertor, que estava cheio de sangue. Percebeu que em seu corpo ainda havia marcas das mordidas das meninas. Percebeu que em sua mesa, havia um cartão de apresentação, em que estava escrito: "Bordel das Parafilias, Volte sempre!".

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